Eu penso todos os dias como é dificil aguentar certas coisas, ou melhor vc tem que vestir uma máscara e fingir. Vou afirmar que a máscara existe quando uma identidade quer encenar, claro, mas que o movimento que analiso é anterior: o processo incessante de criação de identidades a partir de nossa base livre e o modo como sofremos na medida em que esquecemos da base e nos vinculamos apenas com as identidades. Sempre vamos atuar como identidades, mas podemos ser livres ou não. Esse é o ponto. É nesse sentido que digo que “não devemos acreditar em nós mesmos pois estamos sempre atuando”. As noções de máscara, rótulo e essência são completamente descartáveis.
“When I stop trying to become something, I discover that I am everything.” [quando eu paro de tentar me tornar algo, eu descubro que sou tudo]...
bjus.....
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